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Signos Signo de terra Sol face própria

Sol em Capricórnio no mapa astral: o rei de armadura de chumbo e a fama de arrogante

Ter o Sol em Capricórnio é pôr a vontade, a realeza e a busca por honra num signo de terra, cardinal, feminino e noturno, que pertence a Saturno, o inimigo do Sol. O Sol quer brilhar rápido; Capricórnio impõe limite, lentidão e esforço contínuo. Quando o capricorniano tenta o atalho e é barrado, ele se entristece com o mundo, e daí vem a fama de arrogante.

Uma cabra-montesa sobe pedra por pedra a encosta de uma montanha nevada, com o Sol baixo e pálido de inverno no horizonte

Em poucas linhas

  • Capricórnio é o último signo cardinal e o único cardinal de terra: a terra no começo, o terreno que precisa ser limpo, arado e semeado antes de dar fruto.
  • O dono de Capricórnio é Saturno, e o inimigo de Saturno é o Sol: o ouro que brilha e chama atenção contra o chumbo pesado e fosco.
  • O erro típico é querer resultado rápido. Barrado, o capricorniano se entristece com o mundo, e é daí que nasce a fama de arrogante.
  • Sol e Capricórnio são secos, e a secura repetida resiste: daí a teimosia e a convicção de chumbo. Falta desenvolver empatia, afeto e flexibilidade.
  • Em qualquer casa, o desafio é o mesmo: escalar a montanha com paciência sem virar pedra junto com ela.

Assista à aula completa Yuri dos Anjos no YouTube · 29 min · publicada em 12/08/2026

Capítulos da aula (11)
  1. Sol em Capricórnio: o que é
  2. Arrogante ou incompreendido? A tríade do inverno
  3. A terra que precisa ser trabalhada
  4. A montanha: ambição, limite e contração
  5. O poder do esforço contínuo (o paciente é imbatível)
  6. Sol contra Saturno: por que o rei não pode brilhar rápido
  7. A verdadeira origem da fama de arrogante
  8. A regra de ouro pra quem convive com um capricorniano
  9. O excesso de secura e o rei de armadura de chumbo
  10. Sol em Capricórnio nas 12 casas astrológicas
  11. O grande desafio: não virar pedra junto com a montanha

Quem tem o Sol em Capricórnio costuma ser visto como arrogante, prepotente, alguém que se acha demais. Também carrega a fama de frio e calculista. A aula em que este texto se baseia começa por aí, com uma pergunta: será que isso é verdade? A resposta tem duas partes. A fama tem uma origem real, que está no encontro do Sol com o dono de Capricórnio, e tem também a inveja de quem olha de fora.

Capricórnio abre a tríade mais fria do zodíaco, a que a aula chama de tríade subzero: os três signos do inverno, Capricórnio, Aquário e Peixes. Para entender o capricorniano, é preciso juntar o que o Sol leva para esse signo com o que o signo faz com ele.

O Sol no último signo cardinal

O Sol é o luminar diurno: governa o dia. Existem dois luminares, o diurno, que é o Sol, e o noturno, que é a Lua. O Sol é quente e seco, da natureza do fogo, e está associado ao princípio vital, à realeza, à vontade centralizadora e à busca por honra. São essas características solares que vão se impregnar em Capricórnio.

Capricórnio começa uma estação, e signo que começa estação é cardinal. A série já passou por três deles: Áries, Câncer e Libra. Capricórnio é o último signo cardinal do zodíaco e, ao mesmo tempo, o primeiro e único cardinal de terra. É a terra numa condição cardinal, móvel. Ele também é um signo feminino e noturno, que não está associado à disposição solar. Noturno por causa do elemento: todos os signos de terra e de água são noturnos; os de fogo e de ar, diurnos.

A terra que precisa ser trabalhada

A imagem da aula para o signo é um terreno. Você acabou de comprá-lo e ele está desolado: mato, praga, buraco, tudo destruído. O que é preciso fazer? Podar, tirar tudo, aplainar, limpar, pôr remédio, semear, fazer as primeiras irrigações. Isso é Capricórnio. É a terra no princípio, antes de estar tudo bonitinho, como em Touro, e antes de receber recursos para se aperfeiçoar, como em Virgem. A terra capricorniana é a terra que é trabalhada.

Um homem rega as primeiras sementes em sulcos recém-abertos num terreno ainda cercado de mato, com a enxada e o saco de sementes no chão
O terreno recém-comprado, tomado pelo mato: em Capricórnio, a terra ainda precisa ser limpa, arada e semeada antes de dar fruto.

O lado feminino do signo está nisso: trabalhar uma coisa para aperfeiçoá-la, para deixá-la melhor. E o temperamento próprio de Capricórnio é o melancólico, frio e seco, algo que preserva e que, em certo sentido, mantém as coisas estruturadas, sólidas.

A montanha: limite, contração e ambição

Capricórnio também está associado à montanha e à capacidade de escalar. O capricorniano enxerga as coisas como um desafio, mas não como o desafio de um guerreiro, que bate de frente. É um desafio que ele precisa superar de forma meticulosa.

Capricórnio é o princípio do limite e da contração. Limite é um estágio além do qual não se pode passar: passou dali, cai. Para a contração, a aula usa a imagem do parto. A mulher que está tendo um filho sente dor porque algo aperta, contrai, numa espécie de força interior. Essa força interior Capricórnio tem muito forte.

E há a ambição. Pense naquelas cenas de desenho, de jogo, de filme ou mesmo de foto em que uma montanha colossal aparece ao fundo. Qualquer um fica olhando aquele negócio gigante. O capricorniano olha e diz: “Vou chegar lá no topo.”

Daí sai uma regra prática. Se você tem coisas em Capricórnio no mapa, saiba que elas só vão dar certo com tempo e com estrutura. Capricórnio pede estrutura: as coisas precisam ser bem organizadas, bem definidas. Sem isso, tudo fica meio vazio, meio superficial, e desaba.

O paciente é imbatível

Limite, ambição, tempo, estrutura e contração pedem uma coisa só: esforço contínuo. O grande problema de quem tem esse posicionamento ativo e forte no mapa é querer que as coisas deem resultado rápido.

Não dá para ganhar do cara paciente. O cara paciente é imbatível. E esse é o capricorniano no seu melhor: saber esforçar-se continuamente.

A conta da aula é simples. Você faz um esforço de 50 hoje, amanhã faz mais 50, depois de amanhã mais 50, e não para. Quando olha para trás, depois de três anos fazendo 50 de esforço todo dia, metade da capacidade, você fez uma coisa grandiosa. Em terra de Capricórnio as coisas não se resolvem rápido. Demoram, e se resolvem com parcimônia e paciência.

Caminho, Sulco e Forja

A curiosidade que a aula traz é a de São Josemaria Escrivá, para os católicos. O mapa dele tem uma concentração enorme de planetas em Capricórnio, o Sol e Saturno entre eles. E os títulos das obras mais populares dele parecem saídos do signo. Caminho: é preciso traçar um caminho, pegar a pá ou a escavadeira e arrastar a terra para abri-lo. Sulco: a fenda que se abre numa superfície, geralmente com o arado, para plantar e regar ali até dar fruto (a medicina usa a palavra para alguns problemas de pele, mas o sentido comum é o do arado). E o terceiro, Forja.

A forja leva a Marte, que se exalta em Capricórnio. É como se, ali, Marte tivesse as suas características elevadas a um patamar de grande potência e força. Isso tem a ver com o esforço contínuo, que não precisa ser gigantesco nem megalomaníaco. Ninguém constrói uma casa inteira num dia. Você pega um cômodo e faz bem feito num dia; no outro, faz outro cômodo; depois a parte de fora, o muro lateral, o muro de trás, o da frente. Esse esforço contínuo, essa capacidade de suportar o peso da vida continuamente, agrada a Marte. Repare como essas características se impregnam na pessoa: até a santidade, que é algo espiritual, ela enxerga desse jeito.

Sol contra Saturno: o ouro no território do chumbo

Agora o Sol entra em Capricórnio. Na aula, os signos são territórios, zonas territoriais, e todo território tem um dono. O dono de Capricórnio é Saturno, e aqui está o nó desse Sol.

O inimigo de Saturno, que é o dono do território capricorniano, não é Júpiter. O inimigo de Saturno é o Sol. O Sol é o ouro, Saturno é chumbo. O ouro brilha, reluz, chama atenção para si. O chumbo é pesado, é fosco.

E o que o Sol quer? Brilhar, e brilhar rapidamente. Esse é o erro principal do capricorniano: querer resultados rápidos, querer que a personalidade brilhe logo, de forma magnânima. O que Capricórnio faz? Diz “opa, opa, opa, pera lá” e joga uma montanha em cima dele.

Saturno é o dispositor do Sol em Capricórnio: o senhor do território onde o Sol está hospedado e, portanto, quem governa o Sol ali. Não é um Sol com grandes dignidades essenciais, como o Sol em Leão (a comparação aparece mais adiante na aula), e a ficha do signo mostra o mesmo em números.

Ficha técnica de Capricórnio signo de terra, cardinal e feminino

Domicílio (senhor do signo)
Saturno
Exaltação
Marte, com o ápice a 28°
Exílio
Lua
Queda
Júpiter
Triplicidade (terra)
Vênus de dia, Lua de noite
Termos
Vênus 0° a 6° · Mercúrio 6° a 12° · Júpiter 12° a 19° · Marte 19° a 25° · Saturno 25° a 30°
Faces
Júpiter 0° a 10° · Marte 10° a 20° · Sol 20° a 30°
O Sol em Capricórnio
  • face, de 20° a 30° +1

Calculado com as tabelas do Placidus: triplicidade de Ptolomeu, termos ptolomaicos, faces na ordem caldaica e a pontuação de William Lilly (domicílio +5, exaltação +4, triplicidade +3, termo +2, face +1, exílio −5, queda −4). O Sol não rege termos.

Pelas tabelas do Placidus, o Sol só tem dignidade em Capricórnio na própria face, nos dez últimos graus do signo, de 20° a 30°, que vale +1. Nos vinte primeiros graus, ele não tem dignidade nenhuma. A ficha mostra também a exaltação de Marte, com o ápice a 28°: é a mesma exaltação de que a aula fala a propósito da Forja.

De onde vem a fama de arrogante

Quando o capricorniano tenta alcançar o que quer do jeito errado e se vê impedido, a reação dele é se deprimir. Ele se entristece, e se entristece com o mundo.

Ele se entristece com o mundo. Esse mundo não vale a pena. Esse mundo não presta. Esse mundo não é merecedor de mim. Daí que vem a fama de arrogância dos capricornianos.

A fama nasce, portanto, de uma tristeza. A vontade quer brilhar depressa, bate na montanha, e a pessoa conclui que o mundo é que não está à altura dela. Mais adiante, a aula mostra a outra metade da história: a seriedade do capricorniano, que quem tem inveja chama de arrogância.

Como conviver com quem tem Sol em Capricórnio

Para quem mora ou convive com um capricorniano, a regra de ouro da aula é dar a ele tarefas práticas, manuais e desafiadoras. Não precisam ser tarefas grandiosas.

O exemplo é o de um casal que trabalha com algo no digital. O marido é capricorniano e é a cara do negócio: fala com as pessoas, ensina, faz curso, vende. A esposa percebe que ele anda desanimado, porque não consegue o resultado que quer. Ele quer chegar rápido a muitos seguidores, quer bater uma meta de vendas, e não consegue. O que ela deve fazer? Transformar a meta em trabalho: “Você quer chegar nessa meta, certo? Para isso, vai precisar fazer três posts por dia, gravar cinco reels e um vídeo no YouTube por semana. Na outra segunda, tem que estar tudo pronto.” Ela nem precisa organizar quando ele vai fazer cada coisa. É jogar a bomba na mão dele: ele vai sentar, organizar, decidir o que grava em que dia, e vai fazer.

O que ela deu a ele foi um terreno baldio, bagunçado, cheio de praga, erva daninha e mato. E ele vai roçar, botar veneno, tirar as pragas, arar, semear e regar. É a mesma imagem do signo, agora dentro de casa.

Quando o capricorniano entra nesse estágio, em que quer um objetivo e parece que o mundo põe uma barreira diante dele, é preciso lembrá-lo de como se escala uma montanha: aos pouquinhos, nunca de uma vez. A barreira que o mundo impõe é a montanha se apresentando. Para ele, é uma avalanche, e ele se sente soterrado. Ele volta para o eixo quando volta para o trabalho contínuo, aplicado. O perigo está no contrário: quando ele começa a alucinar com coisas maravilhosas e grandiosas, pensamento positivo e tal, aí vai cair feio.

O rei de armadura de chumbo e o excesso de secura

A aula resume o encontro dos dois numa imagem.

O Sol entra para brilhar, para reinar, e Capricórnio impõe silêncio, lentidão. É um rei que vai para a guerra com armadura de chumbo, e ele vai para as minas, para trabalhar nas minas e fazer o império durar séculos.

Um rei de coroa solar, vestido com uma armadura pesada de chumbo, entra numa mina escavada na rocha com uma picareta no ombro
O rei de armadura de chumbo a caminho das minas: em Capricórnio, o Sol troca o brilho rápido pelo trabalho que faz o império durar séculos.

Há mais um detalhe nessa combinação: ela impõe excesso de secura. O Sol é seco, Capricórnio é seco, e a mesma qualidade se repete no mapa. A secura resiste, cria resistência. Por isso, não estranhe se o capricorniano com quem você convive for teimoso.

Brigar não adianta. Argumentar também não, a não ser que você leve dados, informações bem construídas, e que a relação permita isso. Numa empresa, numa sociedade, dá. Entre marido e mulher, ninguém vai ficar levando estatística de calculadora para o cônjuge. O que o capricorniano mais odeia é ser contrariado no que está fazendo e sentir (ele nem precisa ter certeza, basta sentir) que é achismo. “Cadê a sua prova?” Ele encara como coisa pessoal, como birra contra ele. Você pode até estar certo, mas a certa altura ele vai olhar para você e te despachar. E, para a aula, com toda a razão.

Saturno, a idade da maturidade

A razão está em Saturno. Cada planeta representa uma fase da vida humana. A Lua é o recém-nascido. Mercúrio, a criança de 4 até uns 9 ou 10 anos. Vênus, a adolescência, quando o erotismo começa a entrar na vida da pessoa. O Sol, a idade adulta mais jovem. Marte, a idade adulta mais avançada, lá pelos 30. Saturno é a maturidade, a velhice, o último de todos.

Se você é muito petulante, já tentou corrigir o seu avô, a sua avó, uma pessoa mais idosa? Por mais certo que você esteja, não consegue. É por isso que, a certa altura da vida, o idoso precisa de um acompanhante, de alguém que tome as decisões por ele: a teimosia o faria tomar decisões que podem matá-lo. O capricorniano tem um pouco disso.

Há uma sutileza. Os signos também catalogam as idades humanas: os cardinais são a juventude, os fixos a idade adulta, os mutáveis a velhice. Capricórnio não é mutável, é cardinal, e a cardinalidade dele aparece no ímpeto, na capacidade de fazer as coisas. Mas a disposição qualitativa do Sol ali é a de alguém maduro.

Sério, reservado e com convicção de chumbo

Por isso, quem tem o Sol em Capricórnio tende a ser mais sério, mais reservado, e não curte muito brincadeira. A ressalva de sempre continua valendo: um planeta não fala do mapa inteiro. A pessoa pode ter o Sol em Capricórnio e alguma coisa em Gêmeos, que é um signo mais jovial, alegre, divertido, como Sagitário também. Capricórnio, não. Capricórnio é reserva.

As pessoas olham e sentem uma aura de respeito. Aí quem tem inveja vai falar que é arrogância: “Olha lá, se acha.” Nunca falou um ai para o cara. E aqui eu estou falando também como um desabafo, porque eu tenho Ascendente em Capricórnio.

No Brasil, diz a aula, existe muito disso de não se poder ter certeza de nada. E Capricórnio envolve justamente a capacidade de ter convicção forte, uma convicção de chumbo. Quem quiser bater de frente com ela vai precisar de broca e de temperatura alta para perfurar esse chumbo; senão, vai se dar mal. É o excesso de secura do Sol e de Capricórnio que leva à rigidez, à teimosia, a sentir que está certo e bater de frente.

O recado para o capricorniano vem logo depois. Se você já superou grandes desafios e já usou o melhor desse Sol, ótimo.

Você que tem o Sol em Capricórnio precisa dobrar um pouco o joelho da humildade. Lembra o seguinte: você é um átomo nesse universo. Existe um ser maior. Existe Deus, e quando você nasceu tudo já estava funcionando, tudo já existia. Nada precisa de você para funcionar.

As qualidades que o capricorniano precisa desenvolver são empatia, afeto e flexibilidade. E se você é capricorniano e acha que já tem tudo isso? Pode ter mesmo. Um Mercúrio, uma Lua muito forte ou uma Vênus no mapa podem dar mais umidade ao conjunto. A aula lembra que o que ela faz é uma análise de simbolismo, e não um curso de interpretação de mapa.

A vontade acorrentada ao dever

O cuidado maior é para o capricorniano com muita coisa seca no mapa. O exemplo da aula é o do próprio Yuri dos Anjos: virginiano com Ascendente em Capricórnio, ele tem muita secura no mapa e precisa vigiá-la. Sem as qualidades que faltam, a vida fica árida, difícil, pragmática. As relações sociais passam a ser medidas na base da calculadora, e a pessoa procura os outros por eficiência. Pode virar um utilitarista, que só se aproxima de quem traz benefícios concretos, matemáticos. Isso é um perigo de verdade, e aí quem critica está certo.

Nós temos o Sol em Capricórnio, que está sendo governado pelo grande maléfico Saturno. A vontade, que é o Sol, está acorrentada à noção de dever, à restrição e à paciência.

Ainda assim, a aula chama esse posicionamento de “posicionamento de ouro”, mesmo sem as grandes dignidades essenciais de um Sol em Leão. É uma condição em que o querer da pessoa é governado pelo dever. Se ela quer algo, sente que precisa merecer aquilo. Tem uma noção de recompensa muito grande: precisa ser recompensada pelo que faz.

Isso pode gerar fraqueza e desânimo. Se a pessoa seca demais a vida, se tudo é dever, obrigação, responsabilidade, a vida fica seca e a vontade, em certo sentido, se enfraquece. Falta ânimo, falta disposição, e a pessoa vive como se tudo tivesse um preço. A aula lembra uma propaganda antiga de cartão de crédito que dava o preço de cada coisa e terminava com aquela que não tinha preço. É para essas coisas, as que não têm preço, que o capricorniano também precisa olhar.

Na religião, ele é um candidato fortíssimo a virar escrupuloso: transforma a relação com Deus em mera obrigação, mero dever. O lado bom dessa disposição é a paciência, suportar bem o sofrimento, resistir às dificuldades. A vontade fica focada, cirúrgica. O perigo é o pessimismo e a ambição implacável. A ideia de que o fim justifica os meios está errada, e o dever pode esmagar qualquer tentativa de alegria espontânea.

Um velhinho desde criança

Na expressão comportamental, o capricorniano tende a ser um velhinho. Amadurece rápido e enxerga as coisas como obrigações e responsabilidades. A criança com o Sol em Capricórnio muitas vezes já quer assumir os deveres da casa: “Mãe, deixa que eu te ajudo nisso. Pai, eu vou trabalhar e ganhar um dinheiro.” Costuma ser uma pessoa de poucas palavras, mas com resiliência. Os outros olham e perguntam como ela suporta tanta coisa, e o capricorniano responde que não sabe. É a pessoa que vai degrau por degrau subindo a montanha, sem reclamar.

E volta o jargão da aula: não dá para ganhar do cara paciente. Se o capricorniano sabe usar a paciência dele, é imbatível diante dos dilemas, dos dramas e das dificuldades da vida. A dica principal para ele é essa, paciência.

Sol em Capricórnio nas 12 casas

Na casa, o Sol é a vontade que ilumina aquela área da vida. Em Capricórnio, essa luz é como pedra, como um cristal. A aula percorre as doze casas e diz, para várias delas, se são angulares, sucedentes ou cadentes, e se são benéficas ou maléficas. No meio do caminho aparece um calango num muro que se vê da janela, e a aula aproveita para classificá-lo: é um animal capricorniano, frio, meio áspero, que anda escondidinho.

Roda do mapa de 10 de janeiro de 2026, 7h, em São Paulo, com o Sol em Capricórnio na casa 12, logo acima do Ascendente
7h: Sol na casa 12
Roda do mapa de 10 de janeiro de 2026, 11h, em São Paulo, com o Sol em Capricórnio na casa 10, perto do Meio do Céu
11h: Sol na casa 10
O mesmo dia, o mesmo Sol em Capricórnio, quatro horas de diferença. Às 7h o Sol acabou de nascer e está na casa 12, a casa de Saturno, onde opera nas sombras; às 11h subiu para a casa 10, perto do Meio do Céu, onde se sente em casa. Rodas calculadas pelo Placidus para São Paulo.

Casa 1

A casa 1 é angular e está associada ao corpo e ao eu. O Sol em Capricórnio aqui dá uma vitalidade resistente: é a pessoa que dura muito. Mas, em geral, ela teve uma infância mais difícil, com muitos problemas de saúde, e só quando amadurece e chega à idade adulta a saúde vira de ferro. É como se o corpo fosse testado ao longo da infância inteira para ganhar casca; depois disso, as coisas vão se resolvendo.

Casa 2

Sucedente, é a casa dos recursos e do dinheiro. O dinheiro aqui não é prazer: é uma muralha contra os imprevistos da vida. A pessoa gosta de poupar, de guardar, de ter sempre uma reserva. O cuidado é com a avareza, com o “não tenho dinheiro” sempre na ponta da língua enquanto está tudo guardado por medo de algo que não vai acontecer. Ter uma reserva é importante, mas não é a única coisa na relação com o dinheiro.

Casa 3

Cadente, é a casa da comunicação e dos irmãos. A comunicação fica mais lacônica, seca e às vezes até autoritária. É a pessoa que detesta fofoca: conte uma fofoca para alguém com o Sol em Capricórnio na casa 3 e você leva um chega para lá bem dado. E merecido, acrescenta a aula, porque fofoqueiro ninguém merece.

Casa 4

Angular de novo, é a casa da família, das raízes e do pai. A pessoa vive o lar como um quartel-general, de forma austera e funcional, e gosta de regras rígidas dentro de casa. O aviso da aula é para quem vai casar com alguém assim, ou está de olho em alguém com esse Sol na casa 4: se você é desorganizado, vai sofrer, porque vai ter que se adequar às regras dele ou dela.

Casa 5

Sucedente, é a casa dos filhos e dos prazeres. Aqui os prazeres são adiados: primeiro o dever, depois a diversão. Há também outra fórmula, a da pessoa que encontra no próprio cumprimento dos deveres um lazer e sente um prazer enorme em pegar a lista de tarefas e cumprir uma por uma. No fim do dia, com tudo feito, pensa: que dia maravilhoso. Só então se sente no direito de tomar uma cerveja, ver um jogo, um filme, uma série, jogar videogame. O prazer veio impulsionado pelo dever cumprido.

Casa 6

Cadente e maléfica, é a casa das doenças e das rotinas. A imagem da aula é a do trator humano: a pessoa que gosta de chegar antes ao trabalho e sair depois, carrega a empresa nas costas, é workaholic. Cuidado com o burnout e com carregar demais o peso do mundo dos outros.

Casa 7

É a casa do casamento, das sociedades e dos inimigos. O casamento é visto como um contrato civil, um projeto de vida estruturado. A pessoa não quer passatempo: quer uma coisa duradoura, que dê estrutura. Se for mulher, quer uma relação duradoura que dê estrutura e segurança, a ponto de nem desconfiar que o parceiro possa um dia traí-la, abandoná-la ou virar outra pessoa. Quer clareza e transparência totais. Busca parceiros maduros, mais velhos, estáveis.

Casa 8

É a casa da morte e das crises. O Sol em Capricórnio aqui dá um controle gélido durante as crises. É a pessoa com quem você sabe que pode contar nos momentos difíceis: aconteceu uma coisa difícil, ela vai dar um jeito de resolver.

Casa 9

Cadente, mas benéfica, é a casa da religião, da fé e das viagens. A pessoa enxerga a religião de forma ortodoxa, tradicional, voltada para o rito e para o cumprimento rigoroso da lei. Quem tem esse Sol na casa 9 precisa tomar cuidado para não enxergar Deus como um juiz implacável. Ela também leva a sério os estudos acadêmicos e o conhecimento, e há uma grande chance de mudar de país, porque enxerga nisso um jeito de estabilizar a vida e deixá-la organizada, em ordem.

Casa 10

É a casa da carreira e da glória, e aqui o Sol em Capricórnio se sente em casa. É a capacidade de trabalho, de exposição, de ser líder, de ser CEO, de arquitetar o poder. Na política, é o político mais conservador.

Casa 11

Sucedente e benéfica, é a casa dos amigos, das esperanças, dos sonhos e dos projetos de vida. É a pessoa que projeta cada detalhe do futuro: pensa em dez anos e no que vai fazer em cada mês de cada um desses dez anos para chegar onde quer. Implacável para realizar os próprios projetos, faz networking estratégico. Os amigos costumam ser poucos, muitas vezes mais velhos, com certa maturidade, e escolhidos pela utilidade e pela capacidade de ascensão. E é preciso cuidado para não cobrar demais dos amigos e dar pouco em troca.

Casa 12

Cadente e maléfica, é a casa do isolamento e dos inimigos ocultos. Aqui está o isolamento do topo da montanha: a solidão absoluta de quem construiu um império e não tem com quem dividir. É uma pessoa de muitos segredos, alguns que, para ela, desmoronariam a vida dela se viessem à tona. E há uma dobradinha: Capricórnio é signo de Saturno e a casa 12 é casa de Saturno. O Sol opera exatamente nas sombras, para proteger ou estruturar alguma coisa. Às vezes é a pessoa que constrói algo sem que ninguém fique sabendo, e de repente a obra está lá.

O inverno está chegando

A síntese da aula começa por uma frase: ter o Sol em Capricórnio é saber que o inverno está chegando. Quem nasce com ele já vem com essa frase gravada na cabeça. A vontade, a capacidade de criar e de desenvolver as coisas, é uma força geológica, quase um terremoto movendo a terra inteira, que esculpe a rocha.

O grande desafio seu é não virar pedra junto com a montanha que você está escalando. Então, foque em desenvolver virtudes e qualidades humanas.

O conselho final é ser um pouco mais úmido: mais afetuoso, demonstrar suavidade. O sucesso material e prático não é a única coisa que define a vida humana, e também não é a única coisa que todo mundo vai esperar de quem tem o Sol em Capricórnio.

O signo anterior da série é o Sol em Sagitário, mais jovial e alegre. O oposto de Capricórnio é o Sol em Câncer. A aula seguinte é a do Sol em Aquário, o signo do exílio do Sol, e, como avisa o fim desta, vai ser pesada. A série inteira está em Sol nos signos.

Datas do Sol em Capricórnio

Entre 1930 e 2035, o Sol entrou em Capricórnio sempre entre 21 e 22 de dezembro e saiu entre 19 e 21 de janeiro, no horário de Brasília. O dia muda de um ano para outro porque o ano do calendário não tem a mesma duração do caminho do Sol, e o calendário compensa a diferença com os anos bissextos.

Em 2026, o Sol entrou em Capricórnio em 21/12/2026, 17h50 e saiu em 20/01/2027, 04h30
Em 2027, o Sol entra em Capricórnio em 21/12/2027, 23h42 e sai em 20/01/2028, 10h22

Quem nasceu num dia de troca de signo precisa da hora: no mesmo dia, uma criança pode nascer com o Sol no fim do signo anterior e outra, poucas horas depois, com o Sol em Capricórnio. A tabela abaixo dá o minuto da entrada em cada ano. Para saber o grau exato do seu Sol, com o fuso e o horário de verão da cidade onde você nasceu, o Placidus calcula o mapa inteiro.

Ver a entrada e a saída do Sol em Capricórnio ano a ano (1930–2035)
Instante em que o Sol entra e sai de Capricórnio, horário de Brasília
AnoEntradaSaída
1930 22/12/1930, 10h39 20/01/1931, 21h17
1931 22/12/1931, 17h30 21/01/1932, 04h07
1932 21/12/1932, 23h14 20/01/1933, 09h53
1933 22/12/1933, 03h57 20/01/1934, 14h37
1934 22/12/1934, 09h49 20/01/1935, 20h28
1935 22/12/1935, 15h37 21/01/1936, 02h12
1936 21/12/1936, 21h27 20/01/1937, 08h01
1937 22/12/1937, 03h22 20/01/1938, 13h59
1938 22/12/1938, 09h13 20/01/1939, 19h51
1939 22/12/1939, 15h06 21/01/1940, 01h44
1940 21/12/1940, 20h55 20/01/1941, 07h34
1941 22/12/1941, 02h44 20/01/1942, 13h23
1942 22/12/1942, 08h40 20/01/1943, 19h19
1943 22/12/1943, 14h29 21/01/1944, 01h07
1944 21/12/1944, 20h15 20/01/1945, 06h54
1945 22/12/1945, 02h04 20/01/1946, 12h45
1946 22/12/1946, 07h53 20/01/1947, 18h31
1947 22/12/1947, 13h43 21/01/1948, 00h18
1948 21/12/1948, 19h33 20/01/1949, 06h09
1949 22/12/1949, 02h23 20/01/1950, 13h00
1950 22/12/1950, 08h13 20/01/1951, 18h52
1951 22/12/1951, 14h00 21/01/1952, 00h38
1952 21/12/1952, 19h43 20/01/1953, 06h21
1953 22/12/1953, 00h31 20/01/1954, 11h11
1954 22/12/1954, 06h24 20/01/1955, 17h02
1955 22/12/1955, 12h11 20/01/1956, 22h48
1956 21/12/1956, 17h59 20/01/1957, 04h39
1957 21/12/1957, 23h49 20/01/1958, 10h28
1958 22/12/1958, 05h40 20/01/1959, 16h19
1959 22/12/1959, 11h34 20/01/1960, 22h10
1960 21/12/1960, 17h26 20/01/1961, 04h01
1961 21/12/1961, 23h19 20/01/1962, 09h58
1962 22/12/1962, 05h15 20/01/1963, 15h54
1963 22/12/1963, 12h02 20/01/1964, 22h41
1964 21/12/1964, 16h50 20/01/1965, 03h29
1965 21/12/1965, 23h40 20/01/1966, 10h20
1966 22/12/1966, 05h28 20/01/1967, 16h08
1967 22/12/1967, 11h16 20/01/1968, 21h54
1968 21/12/1968, 16h00 20/01/1969, 02h38
1969 21/12/1969, 21h44 20/01/1970, 08h24
1970 22/12/1970, 03h36 20/01/1971, 14h13
1971 22/12/1971, 09h24 20/01/1972, 19h59
1972 21/12/1972, 15h13 20/01/1973, 01h48
1973 21/12/1973, 21h08 20/01/1974, 07h46
1974 22/12/1974, 02h56 20/01/1975, 13h36
1975 22/12/1975, 08h46 20/01/1976, 19h25
1976 21/12/1976, 14h35 20/01/1977, 01h14
1977 21/12/1977, 20h23 20/01/1978, 07h04
1978 22/12/1978, 02h21 20/01/1979, 13h00
1979 22/12/1979, 08h10 20/01/1980, 18h49
1980 21/12/1980, 13h56 20/01/1981, 00h36
1981 21/12/1981, 19h51 20/01/1982, 06h31
1982 22/12/1982, 01h38 20/01/1983, 12h17
1983 22/12/1983, 07h30 20/01/1984, 18h05
1984 21/12/1984, 13h23 19/01/1985, 23h58
1985 21/12/1985, 20h08 20/01/1986, 06h46
1986 22/12/1986, 02h02 20/01/1987, 12h40
1987 22/12/1987, 07h46 20/01/1988, 18h24
1988 21/12/1988, 13h28 20/01/1989, 00h07
1989 21/12/1989, 19h22 20/01/1990, 06h02
1990 22/12/1990, 01h07 20/01/1991, 11h47
1991 22/12/1991, 06h54 20/01/1992, 17h32
1992 21/12/1992, 12h43 19/01/1993, 23h23
1993 21/12/1993, 18h26 20/01/1994, 05h07
1994 22/12/1994, 00h23 20/01/1995, 11h00
1995 22/12/1995, 06h17 20/01/1996, 16h52
1996 21/12/1996, 12h06 19/01/1997, 22h43
1997 21/12/1997, 18h07 20/01/1998, 04h46
1998 21/12/1998, 23h56 20/01/1999, 10h37
1999 22/12/1999, 05h44 20/01/2000, 16h23
2000 21/12/2000, 11h37 19/01/2001, 22h16
2001 21/12/2001, 17h21 20/01/2002, 04h02
2002 21/12/2002, 23h14 20/01/2003, 09h53
2003 22/12/2003, 05h04 20/01/2004, 15h42
2004 21/12/2004, 10h42 19/01/2005, 21h22
2005 21/12/2005, 16h35 20/01/2006, 03h15
2006 21/12/2006, 22h22 20/01/2007, 09h01
2007 22/12/2007, 04h08 20/01/2008, 14h44
2008 21/12/2008, 10h04 19/01/2009, 20h40
2009 21/12/2009, 15h47 20/01/2010, 02h28
2010 21/12/2010, 21h38 20/01/2011, 08h19
2011 22/12/2011, 03h30 20/01/2012, 14h10
2012 21/12/2012, 09h12 19/01/2013, 19h52
2013 21/12/2013, 15h11 20/01/2014, 01h51
2014 21/12/2014, 21h03 20/01/2015, 07h43
2015 22/12/2015, 02h48 20/01/2016, 13h27
2016 21/12/2016, 08h44 19/01/2017, 19h24
2017 21/12/2017, 14h28 20/01/2018, 01h09
2018 21/12/2018, 20h23 20/01/2019, 07h00
2019 22/12/2019, 01h19 20/01/2020, 11h55
2020 21/12/2020, 07h02 19/01/2021, 17h40
2021 21/12/2021, 12h59 19/01/2022, 23h39
2022 21/12/2022, 18h48 20/01/2023, 05h30
2023 22/12/2023, 00h27 20/01/2024, 11h07
2024 21/12/2024, 06h21 19/01/2025, 17h00
2025 21/12/2025, 12h03 19/01/2026, 22h45
2026 21/12/2026, 17h50 20/01/2027, 04h30
2027 21/12/2027, 23h42 20/01/2028, 10h22
2028 21/12/2028, 05h20 19/01/2029, 16h01
2029 21/12/2029, 11h14 19/01/2030, 21h54
2030 21/12/2030, 17h10 20/01/2031, 03h48
2031 21/12/2031, 22h56 20/01/2032, 09h31
2032 21/12/2032, 04h56 19/01/2033, 15h33
2033 21/12/2033, 10h46 19/01/2034, 21h27
2034 21/12/2034, 16h34 20/01/2035, 03h14
2035 21/12/2035, 22h31 —

Cálculo do motor do Placidus (efeméride DE440 da NASA, zodíaco tropical), no horário civil de Brasília de cada época, com o horário de verão quando havia.

Perguntas frequentes

O Sol é forte em Capricórnio?

Não no sentido das dignidades. Pelas tabelas do Placidus, o Sol só tem dignidade em Capricórnio na própria face, de 20° a 30° do signo, e não tem as grandes dignidades essenciais de um Sol em Leão. Capricórnio é o território de Saturno, o inimigo do Sol: o ouro que brilha contra o chumbo pesado e fosco. O Sol quer brilhar rápido, e o signo não deixa. Mesmo assim, a aula chama esse Sol de posicionamento de ouro.

Quem rege o Sol em Capricórnio?

Saturno, o senhor de Capricórnio. Um Sol em Capricórnio é governado pelo grande maléfico, e a vontade, que é o Sol, fica acorrentada à noção de dever, à restrição e à paciência. Para querer algo, a pessoa sente que precisa merecer. O lado bom é a paciência e a resistência às dificuldades; o risco é secar a vida a ponto de tudo ter um preço.

Por que o capricorniano tem fama de arrogante?

Porque o Sol quer brilhar rápido e Capricórnio não deixa. Quando o capricorniano tenta o atalho e é barrado, ele se entristece com o mundo e conclui que o mundo não o merece. Também pesa a seriedade: quem tem o Sol em Capricórnio tende a ser reservado, as pessoas sentem uma aura de respeito, e quem tem inveja chama isso de arrogância.

Como conviver com quem tem Sol em Capricórnio?

Dê a ele tarefas práticas, manuais e desafiadoras, que não precisam ser grandiosas. Quando ele desanimar com uma meta, transforme a meta em trabalho concreto e deixe que ele mesmo organize: a montanha se escala aos poucos. Numa discussão, brigar não adianta. Se a relação permitir, leve dados bem construídos, porque o que ele mais odeia é sentir que está sendo contrariado por achismo.

Por que quem tem Sol em Capricórnio é teimoso?

Porque o Sol é seco e Capricórnio também, e a secura repetida cria resistência. Daí a rigidez e uma convicção de chumbo, difícil de perfurar. O que falta desenvolver é empatia, afeto e flexibilidade. Outros planetas do mapa, como um Mercúrio, uma Lua muito forte ou Vênus, podem dar um pouco mais de umidade ao mapa.

Quando o Sol está em Capricórnio?

Entre 1930 e 2035, o Sol entra em Capricórnio sempre entre 21 e 22 de dezembro e sai entre 19 e 21 de janeiro, no horário de Brasília. Quem nasceu num dia de troca de signo precisa da hora do nascimento para saber se o Sol já estava em Capricórnio ou ainda no signo vizinho.


Este texto é a versão escrita da aula “SOL EM CAPRICÓRNIO: o guia COMPLETO sobre o capricorniano de verdade”, de Yuri dos Anjos, publicada no YouTube. A equipe do Placidus organizou o conteúdo da aula em artigo. As datas e as tabelas de dignidade são calculadas pelo motor do Placidus.

Yuri dos Anjos

Astrólogo

Astrólogo dedicado à astrologia tradicional. As regras de cálculo do Placidus seguem o método dele.

O Sol nos doze signos

Uma aula do Yuri para cada signo. As que ainda não viraram artigo aparecem como “em breve”.

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O Placidus calcula o mapa pela astrologia tradicional: dignidades, seita, termos e faces, com a regra de cada resultado à vista. Você pede o acesso e a equipe libera a conta.

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