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Signos Signo de fogo Sol triplicidade de dia

Sol em Sagitário no mapa astral: o arqueiro otimista e a flecha que precisa de chão

Ter o Sol em Sagitário é ter a vontade num signo de fogo, mutável e masculino, que pertence a Júpiter: o fogo do fim do outono, a última esperança antes do inverno. Daí vêm o otimismo, a expansão e o desejo de chegar ao céu. Num mapa diurno, o Sol rege a triplicidade do fogo e fica um pouco à vontade no signo; num mapa noturno, fica peregrino.

Um centauro arqueiro, na fronteira entre um bosque de outono e um campo de neve, dispara uma flecha para o alto, rumo às estrelas

Em poucas linhas

  • Sagitário é o fogo no fim: a brasa que fica acesa no canto da churrasqueira quando o churrasco acaba. É a última esperança antes do inverno.
  • O sagitariano tem muita paciência. Quando ele corta e quebra pontes, é porque a corda do arco foi esticada ao máximo.
  • Júpiter, o senhor de Sagitário, põe a vontade a serviço do conhecimento. Sem estudar os fundamentos do que faz, o sagitariano escolhe errado.
  • Expandir não é melhorar: o Sol em Sagitário cresce e aumenta, e por isso nem sempre percebe se o que fez está bom.
  • Num mapa diurno, o Sol rege a triplicidade do fogo e fica um pouco à vontade em Sagitário. Num mapa noturno, fica peregrino.
  • O desafio final é a postura do arqueiro: mirar o céu com os pés fincados no chão.

Assista à aula completa Yuri dos Anjos no YouTube · 28 min · publicada em 22/07/2026

Capítulos da aula (11)
  1. Sol em Sagitário: o que é
  2. O mais otimista do zodíaco
  3. O fogo no fim: a brasa que ainda aquece
  4. O arqueiro e a flecha: a força do impulso
  5. A regra de ouro: não estique a corda do arco
  6. Aprender a lidar com o contraditório (Sagitário x Gêmeos)
  7. Pés no chão: o perigo de voar alto demais
  8. Júpiter e a expansão: por que você PRECISA estudar
  9. Signo mutável: a inconstância e o eterno "mais"
  10. Sol em Sagitário nas 12 casas astrológicas
  11. A postura do arqueiro: o grande desafio final

Do sagitariano se diz que é cortante, que vai direto ao ponto. A aula em que este texto se baseia não nega a fama, mas a põe no lugar dela: quando o sagitariano chega a esse ponto, a cabeça dele já estourou. No dia a dia ele é outra coisa, e entender essa outra coisa explica tanto o otimismo do signo quanto o dia em que ele corta e quebra pontes.

O ponto de partida é o que move quem tem o Sol em Sagitário: a busca pela verdade universal, pela excelência de ser o melhor e o maior, pela glória. É a vontade ligada às estrelas, um desejo imenso de chegar ao céu, e uma capacidade expansionista que ele exerce com alegria, porque o fogo desse signo está no otimismo. O sagitariano tende a ser o mais otimista do zodíaco e a se apegar às últimas esperanças, às crenças, a tudo o que norteia a vida humana.

O Sol no signo da última esperança

O Sol é o luminar diurno, quente e seco: o princípio vital, o rei, a vontade, o propósito claro, o centro das coisas. Em Sagitário, essa vontade cai no último signo de uma estação.

Sagitário é mutável e fecha o outono, e a imagem fica mais clara para quem vive no hemisfério norte. Quando chega o outono, passa um tempo mais sombrio, mais difícil, e o que vem depois é pior: o inverno, rigoroso, frio demais. Sagitário fica entre as duas estações.

Sagitário vem como uma barreira, uma fronteira entre essas duas estações. É um signo mutável e é um signo de fogo. Então ele é a última esperança, a esperança final, a capacidade final de confiar, de acreditar em algo: que as coisas não se manterão sempre daquela maneira.

Sagitário é o domicílio de Júpiter, um signo em que Júpiter manda e comanda. É de natureza masculina e diurna, de temperamento colérico, quente e seco, e representa o princípio de expansão, a busca pelo sentido da lei, a religião. O símbolo é o arqueiro, o centauro com o arco, e o detalhe que importa é a flecha: ela aponta para cima.

O fogo no fim: a brasa que ainda aquece

Os três signos de fogo são três momentos do fogo. O de Áries irrompe, aparece. O de Leão se expande, queima, faz um incêndio. O de Sagitário é o fogo no seu final, como o carvão do incenso litúrgico, ou o carvão de uma churrasqueira.

A imagem do churrasco vai do começo ao fim. No começo, que é Áries, o fogo custa a pegar, até que pega. Depois vêm as carnes, a gordura cai e alimenta o fogo, e o fogo rompe: se ninguém o contém, queima a carne. Até que o churrasco acaba.

E a gente tem também o fogo de Sagitário, que é o do final do churrasco: aquela churrasqueirinha que fica ali acesa no canto, quieta, ninguém dá atenção. Às vezes tem uma carninha ou outra ali que alguém esqueceu.

Terminada a festa, alguém vai até a churrasqueira ver se sobrou alguma coisa, e sempre sobra. Ninguém vai se banquetear ali; vai aproveitar o restinho. Essa é a experiência de Sagitário: o fogo quieto, a que ninguém dá atenção, e que ainda tem alguma coisa para quem vai até ele.

Uma churrasqueira de tijolos num quintal depois da festa, com brasas ainda acesas e uma mão que vira com o garfo o último pedaço de carne na grelha
O fogo de Sagitário é o do fim do churrasco: a brasa quieta no canto, que ninguém olha e que ainda guarda um restinho para quem chega.

O arqueiro e a corda esticada

A outra imagem do signo é o arqueiro. A flecha sempre acerta o alvo: você mira, dispara e ela vai. O detalhe está antes do disparo. Para atirar, é inevitável esticar a corda, e a corda chega a um ponto de não retorno, em que não há outra posição a não ser soltar. Solta, a flecha segue para onde tem de seguir.

Daí vêm a capacidade expansionista do Sol em Sagitário, a vitalidade, o impulso de ir para a frente com força. E há a fama de cortante. Só que esse sagitariano é o que já estourou, e ele não age assim no cotidiano. Se age, há algo muito errado com o caráter dele.

O sagitariano só solta a carga em cima do outro, só corta, só quebra pontes justamente quando ele está saturado, quando a flecha foi puxada ao ponto máximo.

Como conviver com quem tem Sol em Sagitário

A primeira dica de convivência sai daqui: não estique a corda do sagitariano. Deixe sempre uma válvula de escape e não encha demais a paciência dele. Paciência ele tem, e muita. Estoura quando a corda foi esticada a um nível muito grande, e aí o problema é grande também.

A segunda é não oferecer muitas opções. Se você conhece a pessoa a fundo, se é o seu marido, a sua mulher, o seu filho, já sabe do que ela gosta e o que prefere. Chegue com a escolha feita: é isso aqui. E ele responde: beleza, é isso.

Sagitário e Gêmeos: aprender a lidar com o contraditório

E a regra de convivência do próprio sagitariano? Aprender a lidar com o contraditório. Essa é a grande dificuldade do signo, e ela aparece na comparação com os outros mutáveis.

Um signo mutável quer encontrar a verdade sobre uma coisa, e cada um procura de um jeito. Gêmeos, o oposto de Sagitário, é o ar que multiplica: a verdade vem da multiplicação de ideias, de possibilidades, de informação. Em Virgem, vem pela minúcia, pela perfeição, olhando uma coisa por vários detalhes. Sagitário faz assim: aqui tem A, aqui tem B; o B está errado, o A é o certo. E faz isso o tempo todo, com muita facilidade.

O risco, nas palavras da aula, é emburrecer. Em vez de expandir, como pede Júpiter, o dono do signo, o sagitariano limita a própria capacidade intelectual e de escolha. A saída não é virar geminiano e pensar em múltiplas coisas. É algo bem de Júpiter: antes de escolher entre A e B, pensar nos critérios fundamentais, naquilo que fundamenta a escolha.

O exemplo da aula é o de um homem escolhendo entre duas mulheres. Qual é o fundamento da escolha? Ela é muito atraente; ela é uma moça religiosa, de família; ela é a única disponível no momento, já que a outra não parece estar. É nisso que ele precisa pensar antes.

Pé no chão

O segundo detalhe é o pé no chão. O sagitariano voa, vai para a lua. Atire uma flecha para o alto: ela sobe, chega lá em cima e começa a cair. Toda vez que estiver subindo, em algum momento ele vai cair, e a queda pode ser muito feia.

O grande ponto, aqui, é o elemento. Fogo no Sol e fogo no signo dão uma disposição e uma vitalidade colossais: o sagitariano gosta de carregar o mundo nas costas e faz isso com alegria. Mas há também uma secura excessiva, e a secura cria barreiras, constrói muros.

Júpiter, o senhor de Sagitário: por que o sagitariano precisa estudar

O Sol em Sagitário está regido por Júpiter, e nessa regência a vontade fica a serviço da expansão do conhecimento. A consequência prática é uma só: o sagitariano precisa estudar.

Se é empresário, tem de estudar técnicas de marketing e de gestão. Se é astrólogo, tem de estudar muito astrologia. Se é religioso, tem de ser um bom religioso, no estudo mesmo. Sagitário, na aula, é o conhecimento externo da religião, o doutrinal, e o sagitariano precisa do conhecimento doutrinal daquilo que quer aprofundar: filosofia, metafísica, o meio empresarial, os relacionamentos.

Sem isso, ele trava. A natureza da vontade é escolher entre uma coisa e outra, e sem os fundamentos jupiterianos, os do intelecto expansivo, o sagitariano escolhe errado e fica correndo atrás do próprio rabo. E a combinação, para a aula, é a união perfeita para o aprimoramento da inteligência da vontade: o Sol representa a vontade, e Sagitário é um desejo da inteligência.

O perigo é ficar intelectual demais. “Já sei disso aí, não preciso saber de mais nada.” Contra isso, a aula pede humildade, humildade mesmo, e um hábito: considerar não só o que se diz, não só o conceito, mas o contexto do que é dito e do que é feito. O Sol em Sagitário tem facilidade para achar que compreendeu o quadro geral das coisas e para perder os detalhes da vida real, que é carregada de detalhes e de símbolos.

O sagitariano e a astrologia

Eu lembro de atender poucos sagitarianos. Muito poucos. Eu lembro de muita gente com Sol em Escorpião, em Peixes, em Aquário, em Capricórnio. Mas sagitariano, eu lembro de muito pouco.

A explicação: em geral, o sagitariano olha e diz que astrologia é besteira. E o sagitariano que acredita em astrologia vai para o outro lado: ciência, razão, é tudo idiotice. Ele está sempre pendendo entre dois pontos, oito ou oitenta, e nunca pega o meio-termo. O exercício é dizer a si mesmo: eu não sei o quadro geral de tudo.

A religião ajuda muito. O sagitariano estritamente religioso vai ser um religioso caxias, apegado aos símbolos, à liturgia, um doutrinário de excelência. Mas a religião, quando a pessoa busca os fundamentos dela, também ensina a dizer “eu não sabia disso”, “tenho dez anos de religião e não sabia que isso existia”. A mente do sagitariano precisa ser animada sempre pela novidade.

O aventureiro que não suporta se sentir preso

Esse gosto pela novidade puxa o sagitariano para o lado do aventureiro. Ele gosta de viver aventuras, de viajar o mundo, de conhecer outras culturas, de aprender outras línguas, de lidar com pessoas de outros territórios.

E é uma pessoa que naturalmente se sente presa. Se ela se sente presa num escritório, não aguenta trabalhar no escritório; se se sente presa numa corporação com regras a cumprir, não consegue ficar nela. Mas cada um tem a sua forma de se enxergar preso.

Eu tenho um amigo sagitariano. Ele trabalha no quarto dele o tempo todo, mas ele não se sente preso no quarto. Ele se sente preso quando, no quarto, ele não consegue fazer o que ele quer fazer.

Signo mutável: a inconstância e o eterno “mais”

Todo signo mutável gera inconstância, qualquer que seja o planeta que esteja nele: o Sol, a Lua, Vênus. O mutável é a fronteira entre algo que passou e algo que vai começar, e por isso pisa sempre em dois lados. A figura é Janus, o deus romano de duas caras, que olha para o passado e para o futuro ao mesmo tempo, e de quem vem o nome de janeiro.

Em Sagitário, a inconstância tem a forma do arqueiro: ele atira a flecha, corre atrás dela e, quando a alcança, já procura outra para atirar mais longe ainda. Está sempre expandindo, e por isso tem enorme dificuldade de pegar uma coisa que já tem e trabalhar nela. Gêmeos quer várias coisas, sempre de formas diferentes. Sagitário pega uma coisa e a joga para a frente, depois outra, sempre dentro da mesma rota, como quem joga uma pedrinha, vai até onde ela caiu e joga de novo. Virgem quer pegar uma coisa só e trabalhar nela até que fique perfeita. Daí a briga de Sagitário com Virgem.

O mesmo vale para a vontade, que em Sagitário se dirige sempre ao expansionismo. O Sol sagitariano quer mais, e mais, e mais, e não se sacia. Quem tem marido com Sol em Sagitário conhece: ele quer expandir as coisas, quer crescer, não está contente com o jeito como as coisas estão em casa. Na convivência, isso pesa. A mulher olha para o marido que nunca está satisfeito e se pergunta o que precisa fazer para ele ficar satisfeito.

Expandir não é melhorar

Melhorar é pegar uma caixinha, fazer vários reparos nela, limpar, passar um produto para ela ficar mais brilhante: trabalhar uma coisa só e deixá-la melhor. O Sol em Sagitário não é bom nisso. É bom em expandir, em crescer: pegar a caixinha de 50 unidades e fazer com que ela tenha 100, depois 200.

Só que, enquanto a coisa se expande, ninguém sabe se ela está boa. Por isso o juízo do Sol em Sagitário sobre o que está bom ou não merece desconfiança: muitas vezes ele confunde a melhoria com o expansionismo.

O nome que a aula dá a isso, tirado das conversas com um amigo, é over-engineering: pegar uma bazuca para matar uma formiga. Ou um RPG, o lança-foguetes que estoura tanque. Ou passar por cima da formiga com um tanque de guerra. Quem faz isso acha que está melhorando, mas está só expandindo o poder de fogo, quando pisar na formiga já bastava. Muitas vezes, o que o Sol em Sagitário precisa é refrear o instinto de expansão e de crescimento.

A dignidade do Sol em Sagitário: a triplicidade do fogo

Há, porém, um ponto a favor, e ele depende da hora do nascimento. Num mapa diurno, o Sol em Sagitário não está tão mal: não está peregrino, porque está na triplicidade do fogo, e fica um pouco à vontade no signo. O motivo é a afinidade: o Sol e o elemento conversam bem. Num mapa noturno, de quem nasceu com o Sol já posto, o Sol não está bem: está peregrino, sem nenhuma dignidade em Sagitário.

Ficha técnica de Sagitário signo de fogo, mutável e masculino

Domicílio (senhor do signo)
Júpiter
Exaltação
nenhum planeta
Exílio
Mercúrio
Queda
nenhum planeta
Triplicidade (fogo)
Sol de dia, Júpiter de noite
Termos
Júpiter 0° a 8° · Vênus 8° a 14° · Mercúrio 14° a 19° · Saturno 19° a 25° · Marte 25° a 30°
Faces
Mercúrio 0° a 10° · Lua 10° a 20° · Saturno 20° a 30°
O Sol em Sagitário
  • triplicidade, em mapa diurno +3

Calculado com as tabelas do Placidus: triplicidade de Ptolomeu, termos ptolomaicos, faces na ordem caldaica e a pontuação de William Lilly (domicílio +5, exaltação +4, triplicidade +3, termo +2, face +1, exílio −5, queda −4). O Sol não rege termos.

A ficha mostra em números o que a aula diz em palavras. Sagitário é o domicílio de Júpiter e o exílio de Mercúrio, e o Sol não tem ali domicílio, exaltação, termo nem face. A única dignidade dele no signo é a triplicidade do fogo, que vale +3 nos mapas diurnos. Nos noturnos, ela passa a Júpiter, e o Sol fica peregrino.

Roda do mapa de 10 de dezembro de 2026, 11h, em São Paulo, com o Sol em Sagitário na casa 10, acima do horizonte
11h: Sol na casa 10 (mapa diurno)
Roda do mapa de 10 de dezembro de 2026, 23h, em São Paulo, com o Sol em Sagitário na casa 4, abaixo do horizonte
23h: Sol na casa 4 (mapa noturno)
O mesmo dia, o mesmo Sol em Sagitário. Às 11h ele está acima do horizonte, na casa 10: o mapa é diurno e o Sol rege a triplicidade do fogo. Às 23h já se pôs e está na casa 4: o mapa é noturno e o Sol fica peregrino. Rodas calculadas pelo Placidus para São Paulo.

O que isso muda na leitura? Muitas das dificuldades e dos defeitos do sagitariano vão até ter um resultado bom, mas não deixam de ser defeitos. É o lado superotimista dele, o de olhar sempre para o lado bom da coisa: vê que o resultado está bom e não percebe que a coisa em si não está. Olha para a métrica, olha para o resultado, e tudo parece certo, até parar e dizer: opa, espera lá, não é assim. Ter essa consciência, diz a aula, é importantíssimo.

Sol em Sagitário nas 12 casas

Em cada uma das doze casas, a vontade expansiva de Sagitário encontra um assunto diferente da vida.

Casa 1

A casa 1 é angular e está associada ao corpo e ao eu: representa a vitalidade da pessoa, a saúde, o corpo físico. O Sol em Sagitário na casa 1 tende a dar uma vitalidade atlética e inquieta. Às vezes a pessoa não consegue ficar quieta e precisa de muita atividade ao ar livre, de movimento, de esporte. Sem isso, ela endoida.

Casa 2

A casa dos recursos, do dinheiro. Com esse Sol, ela se liga à venda, ao ensino, às leis, à importação e à exportação, ao mundo acadêmico. É a pessoa para quem não existe tempo ruim com dinheiro: pode estar na miséria, na sarjeta, e diz que vai dar um jeito, que vai conseguir a grana de hoje para comprar o pão. Tem otimismo com os recursos e gosta de se cercar de muitos deles. O exemplo da aula é o estúdio: o computador e a câmera não bastam, a pessoa quer montar um estúdio de gravação, de podcast, dentro da própria casa.

Casa 3

Comunicação, mas de pouco diálogo. A pessoa não conversa, anuncia. Chega e diz: “Olha, é desse jeito e acabou.” Não tem diálogo, não tem diplomacia. Gosta de dar palestra: é o famoso “palestrinha” da internet. Quem tem o Sol em Sagitário na casa 3 precisa tomar cuidado com as palavras, com o jeito de falar. É um desafio de amadurecimento. O mapa descreve tendências, mas ninguém é preso a ele, e para viver em sociedade e em família é preciso ajustar essas coisas. Para pregadores, anunciadores, mensageiros e pessoas que levam notícias, é uma boa comunicação.

Casa 4

Casa angular, da família, das raízes, do pai. O Sol em Sagitário aqui transforma o lar num templo, num ambiente religioso, e gosta da ideia de acampar. Pode haver a sensação de ser estrangeiro na própria pátria e uma tendência forte de querer mudar de país, de não ficar no país onde está, por melhor que ele seja.

Casa 5

Filhos, prazeres, competição. A pessoa é muito competitiva, gosta de esportes radicais e sente prazer nas aventuras e no contato com outras culturas. Pode facilmente ter filhos de outros países.

Casa 6

Casa cadente e maléfica, ligada à doença e à rotina. E o que o Sol em Sagitário na casa 6 odeia é justamente a rotina e o trabalho duro. Prefere trabalhos mais leves, que tragam sensação de otimismo, e sempre dá um jeitinho de aliviar o pesado: uma fugidinha no horário de trabalho, a aba do jogo aberta ao lado do trabalho no computador, um livro, um vídeo que quer ver. Pode encarar as doenças com otimismo. No corpo, a posição se liga a problemas ou situações do fígado, do pâncreas e dos intestinos em geral, uma correspondência da tradição astrológica, e não um diagnóstico.

Casa 7

Casamento, sociedade e inimigos. Para quem tem marido ou esposa com esse Sol, o aviso é que o parceiro dessa pessoa precisa ser um mestre, ou alguém que gosta muito de viajar. Pode haver atração por estrangeiros e por pessoas de culturas ou religiões diferentes, principalmente no homem. No mapa masculino o Sol puxa muito para esse lado dos relacionamentos, e na casa 7 isso pesa ainda mais.

Casa 8

Morte, crise, herança. O Sol em Sagitário na casa 8 lida com as crises por meio da filosofia e da religião. O conselho para esse sagitariano é ter uma religião, uma crença, alguma coisa que ele estude e aprofunde, filosofia ou o que for, para atravessar a crise, a dificuldade, o momento em que o mundo desaba diante dele. O ponto de atenção é que ele gosta de racionalizar a dor, e racionaliza muito bem. É um problema que precisa ser muito bem avaliado.

Casa 9

Aqui o Sol chega ao ápice. A casa 9 é o júbilo do Sol, e o tema de Sagitário casa muito bem com ela: religião, valores, crenças, viagens. É a posição de uma notória capacidade acadêmica, de boa capacidade de estudo, de vontade de fazer viagens e de conhecer o mundo: muito boa para os estudos, o conhecimento, as viagens, a religião e as outras línguas.

Casa 10

Casa angular, da carreira e da glória. A fama e a honra vêm por meio da magistratura, do alto clero, do mundo universitário, da diplomacia. Às vezes a pessoa trabalha com turismo. O exemplo da aula é um amigo que provavelmente tinha esse Sol e trabalhava nas docas, onde chegavam navios do mundo inteiro.

Casa 11

Amizades, esperanças, sonhos, projetos. O círculo de amigos é muito vasto: a pessoa gosta de expandir as amizades, é cosmopolita, tem amigos em outros países. O círculo costuma se formar pela crença, uma crença definida, fechada. Os sonhos e as coisas que ela quer realizar na vida são pensados sempre a partir desses valores, ou a partir do exterior, das coisas de fora, que ela traz e modela para a vida atual.

Casa 12

Casa cadente, associada ao isolamento e aos inimigos ocultos. Com o Sol em Sagitário, o isolamento é buscado de forma voluntária: mosteiros, retiros espirituais. A pessoa gosta de se isolar para crescer espiritualmente.

A postura do arqueiro

A chamada final da aula é para todos os sagitarianos e volta ao começo: ser sagitariano é ter a vontade ligada às estrelas, ao céu, um desejo imenso de chegar ao topo de todas as coisas. E vem com a indicação de um livro, A arte cavalheiresca do arqueiro zen, de Eugen Herrigel, para o sagitariano transformar em manual de cabeceira.

Uma coisa muitíssimo importante para quem vai atirar uma flecha, para que ela vá o mais longe possível e acerte o ponto certo, é a postura. E a postura tem a ver com o pé no chão. Enquanto dispara para o alto e olha para o alvo, o arqueiro está com os pés fincados no chão, firme no quadril e no joelho. A razão é física. Ao puxar, você aplica a carga na corda, no arco e na flecha. Ao soltar, a carga se dissipa e a força vai para a frente, mas chega à sua mão e ressoa em você.

Se você não tiver estrutura, se você não tiver pé no chão para suportar as flechas que você quer jogar o mais longe possível, você vai cair. Se você não olhar para onde pisa, para onde você caminha, você vai cair.

Um arqueiro com os pés fincados no chão e os joelhos firmes puxa a corda do arco ao máximo e mira para o alto
Mirar o céu com os pés no chão: a força que manda a flecha longe volta para o corpo do arqueiro, e só a postura firme a sustenta.

Daí a advertência. A busca pela verdade universal, pela excelência de ser o melhor e o maior, pela glória, não deve ser de maneira nenhuma desculpa para ignorar os deveres: os deveres pequenos, a sua posição, a sua fincada na realidade. E sem buscar os fundamentos do alvo, sem aprofundar o alvo que quer alcançar, o sagitariano também escolhe errado. Atira no alvo errado pensando que está atirando no certo.

O pior mal é o que não se vê

Vem então uma observação sobre o mal. O mal escancarado, aquele que a pessoa vê sendo feito contra ela, é ruim. Pode até ser pior que o oculto, quando é tão irresistível que a pessoa não consegue sair dele, como as drogas: ela vê que está mal e não sai, porque aquilo a prende. Tirando esses extremos, os males escancarados não são tão ruins, porque estão à vista. O pior mal é o escondido, o que está à espreita e que você não enxerga.

É aí que mora o risco do sagitariano. Carregado de otimismo, ele vê as próprias ações como boas, como coisas boas que quer fazer. A comparação é com o primeiro signo de fogo.

O que é ter o Sol em Áries? É sentir que tudo o que ele faz é o que ele quer fazer. O que é ter um Sol em Sagitário? É sentir que tudo o que ele faz é bom.

Quando a vida bate forte e mostra que aquilo não foi bom, quando ele não tem mais como negar nem como recusar, vem uma ação anti-jupiteriana: o otimismo vai embora e o sagitariano se deprime. A aula faz questão de dizer que não fala só da depressão no sentido clínico, psicológico, mas de uma depressão geral, a de sentir que a própria vida é uma porcaria, porque até então tudo era bom e maravilhoso e de repente alguma coisa bateu de frente. E diz também que o aviso não é para desprestigiar o sagitariano, é para o bem dele. Sem os pés no chão, a vida derruba, e derruba muito forte.

Ser sagitariano é sentir que tudo o que se faz é bom, e nem sempre o que se está fazendo é bom de verdade. A saída é abrir um pouco a cabeça.

Dê um pouco dessa brecha para ver os efeitos reais do que você está fazendo, e busque os fundamentos do que você quer fazer, do que você está fazendo. Aí você vai descobrir se aquilo é bom ou não. E vai poder atirar a sua flecha em paz.

Com Sagitário termina a série dos signos do outono. O próximo é o Sol em Capricórnio, que abre o inverno, e o anterior é o Sol em Escorpião. O oposto de Sagitário é o Sol em Gêmeos, o ar que multiplica. Os outros dois fogos são o Sol em Áries, o fogo que irrompe e o signo da exaltação do Sol, e o Sol em Leão, o fogo que se expande e a casa do Sol. A série inteira está em Sol nos signos.

Datas do Sol em Sagitário

Entre 1930 e 2035, o Sol entrou em Sagitário sempre entre 21 e 23 de novembro e saiu entre 21 e 22 de dezembro, no horário de Brasília. O dia muda de um ano para outro porque o ano do calendário não tem a mesma duração do caminho do Sol, e o calendário compensa a diferença com os anos bissextos.

Em 2026, o Sol entrou em Sagitário em 22/11/2026, 04h23 e saiu em 21/12/2026, 17h50
Em 2027, o Sol entra em Sagitário em 22/11/2027, 10h16 e sai em 21/12/2027, 23h42

Quem nasceu num dia de troca de signo precisa da hora: no mesmo dia, uma criança pode nascer com o Sol no fim do signo anterior e outra, poucas horas depois, com o Sol em Sagitário. A tabela abaixo dá o minuto da entrada em cada ano. Para saber o grau exato do seu Sol, com o fuso e o horário de verão da cidade onde você nasceu, o Placidus calcula o mapa inteiro.

Ver a entrada e a saída do Sol em Sagitário ano a ano (1930–2035)
Instante em que o Sol entra e sai de Sagitário, horário de Brasília
AnoEntradaSaída
1930 22/11/1930, 21h34 22/12/1930, 10h39
1931 23/11/1931, 04h25 22/12/1931, 17h30
1932 22/11/1932, 10h10 21/12/1932, 23h14
1933 22/11/1933, 14h53 22/12/1933, 03h57
1934 22/11/1934, 20h44 22/12/1934, 09h49
1935 23/11/1935, 02h35 22/12/1935, 15h37
1936 22/11/1936, 08h25 21/12/1936, 21h27
1937 22/11/1937, 14h16 22/12/1937, 03h22
1938 22/11/1938, 20h06 22/12/1938, 09h13
1939 23/11/1939, 01h58 22/12/1939, 15h06
1940 22/11/1940, 07h49 21/12/1940, 20h55
1941 22/11/1941, 13h38 22/12/1941, 02h44
1942 22/11/1942, 19h30 22/12/1942, 08h40
1943 23/11/1943, 01h21 22/12/1943, 14h29
1944 22/11/1944, 07h08 21/12/1944, 20h15
1945 22/11/1945, 12h55 22/12/1945, 02h04
1946 22/11/1946, 18h46 22/12/1946, 07h53
1947 23/11/1947, 00h38 22/12/1947, 13h43
1948 22/11/1948, 06h29 21/12/1948, 19h33
1949 22/11/1949, 12h16 22/12/1949, 02h23
1950 22/11/1950, 18h02 22/12/1950, 08h13
1951 22/11/1951, 23h51 22/12/1951, 14h00
1952 22/11/1952, 05h36 21/12/1952, 19h43
1953 22/11/1953, 11h22 22/12/1953, 00h31
1954 22/11/1954, 17h14 22/12/1954, 06h24
1955 22/11/1955, 23h01 22/12/1955, 12h11
1956 22/11/1956, 04h50 21/12/1956, 17h59
1957 22/11/1957, 10h39 21/12/1957, 23h49
1958 22/11/1958, 16h29 22/12/1958, 05h40
1959 22/11/1959, 22h27 22/12/1959, 11h34
1960 22/11/1960, 04h18 21/12/1960, 17h26
1961 22/11/1961, 10h08 21/12/1961, 23h19
1962 22/11/1962, 16h02 22/12/1962, 05h15
1963 22/11/1963, 22h49 22/12/1963, 12h02
1964 22/11/1964, 03h39 21/12/1964, 16h50
1965 22/11/1965, 09h29 21/12/1965, 23h40
1966 22/11/1966, 16h14 22/12/1966, 05h28
1967 22/11/1967, 22h04 22/12/1967, 11h16
1968 22/11/1968, 02h49 21/12/1968, 16h00
1969 22/11/1969, 08h31 21/12/1969, 21h44
1970 22/11/1970, 14h25 22/12/1970, 03h36
1971 22/11/1971, 20h14 22/12/1971, 09h24
1972 22/11/1972, 02h03 21/12/1972, 15h13
1973 22/11/1973, 07h54 21/12/1973, 21h08
1974 22/11/1974, 13h38 22/12/1974, 02h56
1975 22/11/1975, 19h31 22/12/1975, 08h46
1976 22/11/1976, 01h21 21/12/1976, 14h35
1977 22/11/1977, 07h07 21/12/1977, 20h23
1978 22/11/1978, 13h05 22/12/1978, 02h21
1979 22/11/1979, 18h54 22/12/1979, 08h10
1980 22/11/1980, 00h41 21/12/1980, 13h56
1981 22/11/1981, 06h36 21/12/1981, 19h51
1982 22/11/1982, 12h23 22/12/1982, 01h38
1983 22/11/1983, 18h18 22/12/1983, 07h30
1984 22/11/1984, 00h11 21/12/1984, 13h23
1985 22/11/1985, 06h51 21/12/1985, 20h08
1986 22/11/1986, 12h44 22/12/1986, 02h02
1987 22/11/1987, 18h29 22/12/1987, 07h46
1988 22/11/1988, 00h12 21/12/1988, 13h28
1989 22/11/1989, 06h05 21/12/1989, 19h22
1990 22/11/1990, 11h47 22/12/1990, 01h07
1991 22/11/1991, 17h36 22/12/1991, 06h54
1992 21/11/1992, 23h26 21/12/1992, 12h43
1993 22/11/1993, 05h07 21/12/1993, 18h26
1994 22/11/1994, 11h06 22/12/1994, 00h23
1995 22/11/1995, 17h01 22/12/1995, 06h17
1996 21/11/1996, 22h49 21/12/1996, 12h06
1997 22/11/1997, 04h48 21/12/1997, 18h07
1998 22/11/1998, 10h34 21/12/1998, 23h56
1999 22/11/1999, 16h25 22/12/1999, 05h44
2000 21/11/2000, 22h19 21/12/2000, 11h37
2001 22/11/2001, 04h00 21/12/2001, 17h21
2002 22/11/2002, 09h54 21/12/2002, 23h14
2003 22/11/2003, 15h43 22/12/2003, 05h04
2004 21/11/2004, 21h22 21/12/2004, 10h42
2005 22/11/2005, 03h15 21/12/2005, 16h35
2006 22/11/2006, 09h02 21/12/2006, 22h22
2007 22/11/2007, 14h50 22/12/2007, 04h08
2008 21/11/2008, 20h44 21/12/2008, 10h04
2009 22/11/2009, 02h23 21/12/2009, 15h47
2010 22/11/2010, 08h15 21/12/2010, 21h38
2011 22/11/2011, 14h08 22/12/2011, 03h30
2012 21/11/2012, 19h50 21/12/2012, 09h12
2013 22/11/2013, 01h48 21/12/2013, 15h11
2014 22/11/2014, 07h38 21/12/2014, 21h03
2015 22/11/2015, 13h25 22/12/2015, 02h48
2016 21/11/2016, 19h22 21/12/2016, 08h44
2017 22/11/2017, 01h05 21/12/2017, 14h28
2018 22/11/2018, 07h01 21/12/2018, 20h23
2019 22/11/2019, 11h59 22/12/2019, 01h19
2020 21/11/2020, 17h40 21/12/2020, 07h02
2021 21/11/2021, 23h34 21/12/2021, 12h59
2022 22/11/2022, 05h20 21/12/2022, 18h48
2023 22/11/2023, 11h03 22/12/2023, 00h27
2024 21/11/2024, 16h56 21/12/2024, 06h21
2025 21/11/2025, 22h36 21/12/2025, 12h03
2026 22/11/2026, 04h23 21/12/2026, 17h50
2027 22/11/2027, 10h16 21/12/2027, 23h42
2028 21/11/2028, 15h54 21/12/2028, 05h20
2029 21/11/2029, 21h49 21/12/2029, 11h14
2030 22/11/2030, 03h45 21/12/2030, 17h10
2031 22/11/2031, 09h33 21/12/2031, 22h56
2032 21/11/2032, 15h31 21/12/2032, 04h56
2033 21/11/2033, 21h16 21/12/2033, 10h46
2034 22/11/2034, 03h05 21/12/2034, 16h34
2035 22/11/2035, 09h03 21/12/2035, 22h31

Cálculo do motor do Placidus (efeméride DE440 da NASA, zodíaco tropical), no horário civil de Brasília de cada época, com o horário de verão quando havia.

Perguntas frequentes

Qual é a dignidade do Sol em Sagitário?

Sagitário é o domicílio de Júpiter, não do Sol. Mas o Sol rege a triplicidade do fogo nos mapas diurnos: se a pessoa nasceu com o Sol acima do horizonte, ele fica um pouco à vontade em Sagitário, porque o Sol e o elemento conversam bem. Num mapa noturno, com o Sol já posto na hora do nascimento, ele fica peregrino, sem dignidade nenhuma no signo.

Quem rege o Sol em Sagitário?

O senhor de Sagitário é Júpiter, e um Sol em Sagitário está regido por ele. Nessa regência, a vontade, que é o Sol, fica a serviço da expansão do conhecimento. Por isso o sagitariano precisa estudar os fundamentos do que faz, seja empresa, religião, filosofia ou relacionamento: sem eles, trava e escolhe errado.

Por que o sagitariano corta e quebra pontes?

Porque ele funciona como um arco: a corda vai sendo esticada até um ponto de não retorno, e então a flecha sai. O sagitariano tem muita paciência e não faz isso no dia a dia. Quando corta e quebra pontes, é porque já está saturado. A dica para quem convive com ele é não esticar a corda e deixar sempre uma válvula de escape.

Como conviver com quem tem Sol em Sagitário?

Duas dicas. Não estique a corda: deixe uma válvula de escape e não encha a paciência dele, porque ele estoura quando está saturado. E não ofereça opções demais: se você conhece bem a pessoa, já sabe o que ela prefere, então chegue com a escolha feita. Para o próprio sagitariano, a regra é aprender a lidar com o contraditório.

O que significa ter o Sol em Sagitário na casa 9?

A casa 9 é o júbilo do Sol e trata de religião, valores, crenças e viagens, temas que combinam com Sagitário. Por isso, nessa casa, o Sol em Sagitário chega ao ápice: notória capacidade acadêmica, boa capacidade de estudo, gosto por viajar e conhecer o mundo e facilidade para a religião e para outras línguas.

Quando o Sol está em Sagitário?

Entre 1930 e 2035, o Sol entrou em Sagitário sempre entre 21 e 23 de novembro e saiu entre 21 e 22 de dezembro, no horário de Brasília. Em 2026, a entrada é em 22 de novembro, às 4h23, e a saída em 21 de dezembro, às 17h50. Quem nasceu perto dessas datas precisa da hora do nascimento para saber o signo do Sol.


Este texto é a versão escrita da aula “SOL EM SAGITÁRIO: o guia COMPLETO sobre o sagitariano de verdade”, de Yuri dos Anjos, publicada no YouTube. A equipe do Placidus organizou o conteúdo da aula em artigo. As datas e as tabelas de dignidade são calculadas pelo motor do Placidus.

Yuri dos Anjos

Astrólogo

Astrólogo dedicado à astrologia tradicional. As regras de cálculo do Placidus seguem o método dele.

O Sol nos doze signos

Uma aula do Yuri para cada signo. As que ainda não viraram artigo aparecem como “em breve”.

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